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maio 2018

Câncer bucal: sintomas e tipos da doença

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O termo câncer designa qualquer doença cuja característica principal é o crescimento celular descontrolado, que gera células anormais e pode invadir outras partes do corpo. O câncer bucal é uma variação que pode acontecer no interior da cavidade bucal ou nos lábios.

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), um exame bucal deve observar “gengivas, mucosa jugal (bochechas), palato duro (céu da boca) e língua (principalmente as bordas), assoalho (região embaixo da língua). O câncer do lábio é mais comum em pessoas brancas e ocorre mais frequentemente no lábio inferior”. Segundo o órgão, a estimativa de novos casos em 2018 é de 14.700, sendo 11.200 homens e 3.500 mulheres, e o número de mortes pode chegar a 5.401 pessoas.

 

Atenção para os sintomas do câncer bucal

É alarmante, mas não precisa ser assim. Como em qualquer tipo de câncer, quanto antes for diagnosticado, melhor. As chances de cura são maiores. Os sintomas são geralmente sutis, mas como são na boca, a boa visibilidade torna a identificação mais fácil.

Ao reconhecer qualquer dos sintomas relacionados abaixo, consulte seu dentista. Se existir alguma suspeita, ele fará os exames necessários e encaminhará para o profissional adequado. Não espere por um conjunto deles, basta um para ligar o alerta.

Sintomas iniciais:

  • Feridas ou aftas na boca sem cicatrização por mais de 15 dias.
  • Manchas ou áreas vermelhas ou esbranquiçadas nas gengivas, na língua, nos lábios, na garganta ou no revestimento da boca.
  • Sensação de alguma coisa presa na garganta, ou irritação e dor na garganta.
  • Inchaço nas bochechas.

Evolução dos sintomas:

  • Dor na boca ou dificuldade para falar, mastigar ou engolir.
  • Dor ao mover a língua ou a mandíbula.
  • Inchaço na mandíbula que dificulta a recolocação de prótese ou dentadura.
  • Dor em torno dos dentes ou dentes frouxos na gengiva, com risco de cair.
  • Respiração ruidosa ou mudanças na voz.
  • Mau hálito persistente.
  • Caroços no pescoço.
  • Perda súbita de peso.

 

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Fatores de risco do câncer bucal

As causas mais comuns do câncer de boca são o fumo e as bebidas alcoólicas. O cigarro possui substâncias altamente tóxicas e sua fumaça quente provoca irritação na mucosa. As duas situações podem levar ao câncer. As bebidas alcoólicas potencializam os efeitos nocivos do cigarro. Pessoas com mais de 40 anos que possuam estes hábitos devem ficar mais atentas e consultar um profissional de saúde regularmente. Associado a estes fatores, soma-se um ambiente favorável causado por cuidados de higiene bucal insuficientes.

Atualmente, sabe-se também que há um aumento na incidência do câncer bucal devido ao vírus sexualmente transmissível HPV. E a exposição aos raios UVA e UVB é um fator de risco a mais para os lábios.

Tipos de câncer na boca

O tratamento para casos de câncer bucal envolve cirurgia para retirada do tumor e, nos casos mais avançados, radioterapia. Quando o tumor é pequeno, as pequenas cirurgias são realizados com um grau bem alto de sucesso. Porém, os pacientes com a doença em estágio avançado podem ficar com sequelas debilitantes, como dificuldades para falar e deglutir.

São os seguintes os tipos de câncer bucal:

Carcinoma de Células Escamosas – É responsável por 90% dos cânceres na cavidade oral. Começam no revestimento da boca e na garganta. A princípio apenas no epitélio (superfície), evolui para camadas mais profundas, gerando um carcinoma de células invasivas.

Carcinoma Verrucoso – Um tipo de carcinoma de células escamosas de crescimento lento e que dificilmente se espalha para outras partes do corpo. Representa menos de 5% dos cânceres na cavidade oral.

Carcinoma de Glândulas Salivares – Desenvolve-se nas glândulas da mucosa da boca e próximo à garganta.

Linfoma – Inicia-se na região das amígdalas e na base da língua, que pertencem ao sistema denominado linfóide.

A prevenção deste tipo de câncer consiste na implantação de hábitos saudáveis, tais como: não fumar, não beber, cuidar da higiene bucal, manter uma alimentação rica em frutas e verduras e fazer visitas regulares ao dentista.

Para mais informações sobre cuidados dentários e planos odontológicos, visite a página da Uniodonto Uberlândia no Facebook.

Restauração dentária : 5 cuidados necessário

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Restauração dentária é o processo utilizado para recompor as faces de um dente, devolvendo sua forma, sua função e a estética do elemento dental. Ou seja, é a recomposição da coroa, danificada por cáries ou por acidentes e traumas.

A coroa é fundamental na mordida e na trituração dos alimentos. Estando danificada prejudica o funcionamento normal da estrutura dentária, podendo ocasionar diversos problemas. Como por exemplo: dores, má oclusão, ou até mesmo a perda precoce do dente. A má oclusão acontece quando não há um bom encaixe entre as arcadas dentárias, ou seja, as arcadas não se fecham como deveriam. E aí pode haver consequências para além dos dentes, como nas gengivas, nos ossos, nos músculos, nos ligamentos e nas articulações.

Quando há, então, a existência de cáries ou danos nos dentes, o dentista deve ser procurado. Um bom profissional vai ajudar a selecionar o tipo adequado de procedimento. Ele se base-a na gravidade e na localização da ocorrência, buscando uma solução que represente uma melhor relação custo-benefício para o paciente.

O tratamento consiste na remoção de toda a área afetada e uma posterior limpeza da região que fica exposta. Em seguida vem o fechamento do local. Existem dois tipos de procedimentos para a restauração dentária. Quando há a possibilidade de aplicação do material restaurador diretamente no elemento dental é realizada a Restauração Direta. Em casos de maiores desgastes ou de uma grande cavidade pode haver a necessidade de que o material seja preparado externamente e depois encaixado, caracterizando assim a Restauração Indireta.

Os cuidados com a saúde bucal de uma pessoa com restauração incluem, em princípio, os mesmos procedimentos de uma dentição primária, com uma atenção especial para as áreas restauradas. Porém, existem 5 cuidados extra que devem ser observados e que diminuem a chance de estragos ou perda do tratamento.

 

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1- Tempo de secagem de uma restauração dentária recente

Respeitar o tempo de secagem é muito importante para evitar danos a um procedimento recém-feito. São várias opções de materiais para o processo de restauração dentária, que vão desde resina composta, amálgama, ouro, porcelana, até o cimento de ionômero de vidro ou o cerômero, que é uma resina misturada com porcelana. O tempo de secagem varia para cada um deles.

Durante esse tempo devem-se evitar alimentos muito quentes ou muito frios, assim como os duros, grudentos ou com corantes fortes. Nos próximos 2 ou 3 dias a mastigação deve acontecer no lado da boca contrário ao do dente restaurado.

2- Cuidados diários especiais

Escovar os dentes e passar o fio dental após todas as refeições são hábitos que a pessoa com restauração deve inserir no seu dia a dia. Restos de alimentos entre os dentes, além de propiciarem um ambiente favorável à formação de cáries, podem danificar as restaurações existentes.

Ao ingerir bebidas coloridas como café, chá, vinho ou refrigerante, a escovação deve ser imediata, evitando o risco de manchas nos dentes e nas restaurações. O cigarro deve ser evitado também por este motivo. Se a escovação não for possível, deve ser feito pelo menos um bochecho com água.

3- Alimentação

O controle na ingestão de alimentos interfere na durabilidade e boa manutenção da restauração. Além das bebidas já citadas, alimentos como chocolate e beterraba requerem uma limpeza rápida. Alimentos muito duros como, por exemplo, pipocas, castanhas, nozes e afins, exigem uma mastigação cuidadosa e, de preferência, pelos dentes não restaurados. Alimentos pegajosos devem ser evitados, pois podem grudar comprometendo ou mesmo removendo a restauração.

4- Controle do bruxismo

O ranger dos dentes desgasta dentes e restaurações, que podem vir a lascar ou trincar. Utilizar uma placa interoclusal flexível de silicone ou rígida de acrílico é recomendável para evitar o desgaste e os demais efeitos nocivos do bruxismo.

Abrir garrafas, quebrar ou segurar coisas com os dentes e roer as unhas são outros hábitos que devem ser evitados por quem tem restaurações (e mesmo quem não tem).

5- Revisão da restauração dentária

As visitas ao dentista para limpeza dos dentes e revisão de cada restauração devem ser periódicas e frequentes. No mínimo 2 vezes por ano. Elas são a garantia de mais saúde bucal e menos dores de cabeça.

Quer saber mais? Visite a página da Uniodonto Uberlândia no Facebook ou acesse:

http://www.uniodontouberlandia.com.br.

 

Você sabe quantos dentes tem um adulto?

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A maioria das pessoas não sabe quantos dentes tem um adulto na boca e, inclusive, se tem ou não uma dentição normal. Então, quantos dentes tem um adulto? Bem mais do que uma criança. Na infância, são 20 dentes de leite, ou decíduos, na dentição primária. Já em adultos essa quantidade se eleva para até 32, considerando os 4 dentes do siso ou terceiros molares.

Esta é a quantidade normal na dentição de um adulto, já praticamente completa no início da adolescência. Até os 21 anos de idade o processo normalmente se completa. Exceção feita para os dentes do siso. Isto porque existem casos em que não nascem todos os terceiros molares, ou ainda, que precisem ser retirados por nascerem em posição inadequada ou por não haver espaço na arcada para sua acomodação.

A quantidade de dentes de um adulto pode variar

O número de dentes varia tanto em função da idade como também de algumas situações especiais de anomalia. Há casos em que alguns dentes simplesmente não se formam. Isso costuma ser observado com os incisivos laterais superiores, que em algumas pessoas não nascem. A falha na formação de um elemento dentário é conhecida como Anodontia. Existem também situações inversas, onde há uma quantidade de dentes maior do que a esperada. Esses dentes extras são chamados de supranumerários.

Em todos estes casos não padrões, é comum ocorrer uma desarmonia na arcada, seja sobrando espaço ou com o aparecimento de encavalamento dos dentes. Isto pode ter como consequência uma dificuldade na utilização dos instrumentos de higienização da boca. A avaliação e o acompanhamento de um especialista são, então, de extrema importância. Pode haver a necessidade, o que é bastante normal, de intervenções para correção.
Entretanto, essas alterações de posicionamento podem ocorrer mesmo em situações de quantidade de dentes normal. Em todas as circunstâncias, os tratamentos ortodônticos visam harmonizar as arcadas, favorecendo, inclusive, a questão da estética.

 

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Qual a função de cada grupo dentário?

Os 32 dentes humanos, metade localizados na arcada inferior e metade na superior, são classificados da seguinte forma:

8 incisivos – são os dentes da frente da boca. Sua função é cortar os alimentos.
4 caninos – estão nas laterais dos incisivos. Sua função é rasgar os alimentos.
8 pré-molares e 12 molares – encontram-se logo após os caninos até o fundo da boca. Servem para triturar os alimentos.

O ser humano através dos tempos, por uma questão de adaptação, devido a uma alimentação à base de carboidratos, teve uma redução no tamanho do maxilar. Este é o principal motivo pelo qual tornou-se necessária a extração dos terceiros molares, na quase totalidade das vezes. A maioria das pessoas atualmente não chega a manter os 32 dentes previstos.

A evolução da dentição

Grande parte da arcada dentária de um bebê já está em formação no ventre da mãe desde os quatro meses de gestação. A partir dos seis meses de vida começam a aparecer os primeiros dentinhos, sendo mais comum que nasçam primeiro os da arcada inferior. Eles vão continuar nascendo até os dois anos, aproximadamente, quando se completam 20 dentes. Aos seis anos esses dentes de leite começam a cair e são substituídos pelos permanentes.
Dos seis aos doze anos é a fase da dentição mista. É um período em que coexiste uma dentição composta por dentes de leite e permanentes. No final dessa fase provavelmente já estão formados 28 dentes permanentes. Durante esse processo os cuidados com a higiene são fundamentais, já que estes serão os dentes que ficarão para o resto da vida. A partir dos 16 anos já podem ser aguardados os dentes do siso.

Quantos dentes, então, tem um adulto? Um adulto com dentição normal possui de 28 a 32 dentes. Bem cuidados, estes dentes o acompanharão até a velhice.

Para mais informações sobre cuidados e tratamentos dentários, visite a página da Uniodonto Uberlândia no Facebook.