3 dicas para criar bons hábitos de saúde bucal para crianças

De 13 de março de 2019Notícias

A introdução de bons hábitos de higiene bucal desde a mais tenra idade ajuda a desenvolver pessoas de bocas saudáveis e com boas rotinas de cuidados. Porém, devemos lembrar que as crianças ainda não possuem discernimento suficiente. Assim, costumam priorizar a satisfação imediata, especialmente na alimentação. O prazer na ingestão de doces e guloseimas aliado a uma certa preguicinha para procedimentos de higiene pode vir a comprometer a saúde bucal tanto no presente quanto na fase adulta. Pais e cuidadores são responsáveis pela saúde bucal das crianças e por guiá-las e orientá-las desde cedo, ajudando a moldar o modelo que esperam que sejam quando crescerem.

Os filhos refletem os pais e sua influência é incontestável. Sendo assim, é importante saber incentivar e, na medida do possível, não considerar essa tarefa como uma obrigação desagradável. É preciso ter paciência e transformar estes momentos com a criança em algo lúdico, de informação e formação.

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A participação da família na rotina de higiene bucal da criança transmite segurança e incentivo, transformando contrariedade em prazer. Procurando apoiar os pais e cuidadores nesta jornada, listamos a seguir 3 dicas que podem ajudar a incentivar bons hábitos de saúde bucal para suas crianças.

Dica número 1 para criar bons hábitos de saúde bucal para crianças: O bom exemplo

Aprender pelo exemplo é sempre mais eficaz. O ideal é que a higiene bucal do adulto seja feita, sempre que possível, na frente da criança. Assim, ela percebe que é um procedimento usual e aprende imitando.

As escovações começam a partir do surgimento dos primeiros dentinhos. Devem ser utilizadas escovas infantis especiais, sob a orientação do odontopediatra. Daí em diante pode ser criada uma rotina de descontração e entrosamento entre pais e filhos. Estes momentos podem se transformar em agradáveis práticas compartilhadas.

Especialmente dos sete anos em diante, quando a criança já sabe escovar sozinha, a supervisão dos adultos pode ser feita durante a escovação dos próprios dentes.

Além disso, os pais não devem descuidar da própria saúde. Cigarro, álcool e alimentação inadequada também serão vistos pela criança como exemplos a serem seguidos. Quando não é possível deixar alguns hábitos, que se evite o ambiente da criança e a sua presença.

Dica número 2 para criar bons hábitos de saúde bucal para crianças: A rotina de cuidados

A família é o núcleo social da criança. Deste modo, o alicerce do adulto é formado ali. E é na família que deve ser criada uma rotina de cuidados com a saúde bucal para as crianças, que ficará possivelmente para a vida inteira.

Assim que surgem os primeiros dentes, dois acessórios devem ser inseridos na rotina de higiene. A escova e o fio dental já se tornam indispensáveis. O fio dental já deve ser usado a partir da existência de dois dentinhos juntos. Os pais devem passá-lo entre todos os dentes, especialmente os do fundo, pelo menos uma vez por dia. O fio dental com haste, em formato de forquilha, pode facilitar o processo.

Por outro lado, as escovações devem acontecer, no mínimo, 3 vezes ao dia. Sempre após as principais refeições e antes de dormir. A escova deve ser especial para o tamanho da criança e macia. O creme dental com flúor já pode ser utilizado a partir do momento em que a criança saiba cuspir. Deve-se escovar em movimentos circulares e para frente e para trás.

Dica número 3 para criar bons hábitos de saúde bucal para crianças: A escolha do dentista

A primeira visita ao dentista ocorre normalmente quando o bebê tem 1 ano de idade. Logo após, o ideal é que sejam repetidas de seis em seis meses. Em função disto, uma boa relação entre a criança e o profissional de odontologia é fundamental para a continuidade do processo de manutenção da saúde bucal da criança.

Na imaginação infantil, o consultório odontológico pode ser um parque de diversões ou um castelo mal assombrado. Portanto, para garantir que não ocorra a segunda opção, aconselha-se que o dentista seja um especialista em pediatria e que tenha boas referências.

Afinal, um odontopediatra vai avaliar a progressão dos dentes, conversar sobre a dieta menos prejudicial para a idade, a técnica de escovação mais eficiente e os utensílios mais apropriados para a higiene bucal infantil.

Além disso, ele e seu consultório vão estar preparados para receber e estabelecer uma boa conexão com a sua criança.

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