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Primavera: sorria para a nova estação

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Primavera: abra um lindo sorriso para a nova estação

 

A primavera é a estação mais bonita e alegre do ano. As temperaturas aumentam e as flores aparecem para embelezar os ambientes. Porém, apesar da beleza da estação, existem alguns cuidados típicos para essa época. As constantes mudanças no clima podem afetar a imunidade, provocando alergias e resfriados. Além disso, com o calor intenso, a alimentação sofre alterações para refrescar o corpo e alegrar a alma. O consumo de alimentos gelados aumenta bastante na primavera e no verão. O problema é que, normalmente, esses produtos contêm bastante açúcar, trazendo uns quilinhos extras e prejuízo para a saúde bucal.

 

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Portanto, a primavera é uma estação para ficar de olho na dieta, buscando formas saudáveis de se refrescar com saúde. Dessa maneira, podemos eleger as frutas como alternativas aos sorvetes e refrigerantes. São opções deliciosas e coloridas para combater o calor, hidratar e aumentar a imunidade.

Hidratação é muito importante na primavera

Água é sempre a melhor opção. Em seguida vêm as frutas, legumes, sucos naturais, vitaminas e água de coco. O ideal é manter o corpo bem hidratado e o bom funcionamento do organismo. No calor da primavera, o corpo desidrata mais fácil ao longo do dia, sem que se perceba.

A perda de líquidos se deve à nossa capacidade de regular a temperatura corporal, através da pele. Por isso, sentimos sede, pois o organismo pede mais água para repor tudo o que foi perdido. Dessa forma, o metabolismo se mantém em equilíbrio.

Uma das consequências da desidratação é que a boca fica seca. Esse é um incômodo que acomete principalmente os idosos, mas também a população em geral. A saída é consumir bastante água para amenizar o desconforto e evitar a xerostomia.

Quando a boca fica com pouca saliva, perde a capacidade de lubrificação, limpeza e auxílio no processo de digestão. Com a quantidade de saliva baixa, bactérias e fungos podem se aproveitar, causando dificuldade para engolir os alimentos e cáries.

Usando a alimentação a favor da saúde bucal

Mais do que alimentar e hidratar, algumas frutas têm uma alto poder de limpeza bucal. Esse é o caso da maçã, por exemplo. Por ser durinha e fibrosa, a fruta promove atrito entre os dentes, ajudando a remover a placa bacteriana. Além disso, suas fibras aumentam a produção de saliva, diminuem a acidez e evitam a proliferação de bactérias.

Outros alimentos também são considerados limpadores, como a pera, o pepino, a cenoura, as castanhas e os vegetais verde escuros. Entretanto, esses alimentos apenas ajudam na limpeza dos dentes. Especialmente quando há um aumento na ingestão de açúcar, a higienização correta é essencial para a prevenção de problemas bucais.

Saúde bucal sob controle na primavera

Os sorvetes, refrigerantes, açaís, produtos cítricos e isotônicos são uma grande tentação na primavera, porém possuem açúcar em sua composição. De fato, esse é um componente que pode aumentar a proliferação de bactérias e causar problemas bucais.

Por esse motivo, é muito importante higienizar a boca depois do consumo desses alimentos. A permanência de resíduos nos dentes pode implicar na formação de placa bacteriana e acarretar o surgimento de cáries. E o consumo em excesso potencializa a sensibilidade nos dentes e problemas no esmalte dentário.

Higienização correta

A escovação é a principal medida de prevenção contra ocorrências desagradáveis na boca. Além de ser feita depois das principais refeições, é indicada após a ingestão de alimentos açucarados. Porém, é importante fazer uma escovação suave, com escova de cerdas macias, para evitar machucar as gengivas.

Uma higienização completa inclui também a limpeza da língua e da parte interna das bochechas. E, claro, a utilização do fio dental, para garantir a limpeza dos locais onde a escova não alcança. Pessoas com aparelhos ortodônticos devem utilizar escova especial e passadores de fio dental.

Para completar o processo, as visitas ao consultório para limpeza profissional são recomendadas a cada período de seis meses. Com as medidas de prevenção à Covid-19, houve uma interrupção nesses atendimentos. No entanto, a vida começa a voltar ao normal e, aos poucos, retomamos nossas rotinas de prevenção aos problemas bucais.

Na primavera ou em qualquer estação, os cuidados com a higiene oral fazem a diferença para o seu sorriso!

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Máscaras podem prejudicar nossa saúde bucal?

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Máscaras podem prejudicar nossa saúde bucal?

 

A pandemia provocada pela Covid-19 alterou nossas vidas de forma significante. Além do isolamento social e da intensificação das medidas de higienização, as máscaras passaram a ser itens obrigatórios Afinal, esse acessório representa uma barreira física de proteção para quem usa e para as pessoas com quem tem contato. A função das máscaras é evitar a contaminação por agentes infecciosos, presentes nas gotículas de saliva, tosse e espirros. Elas protegem boca e nariz, que são os principais canais de acesso do coronavírus ao nosso corpo. Entretanto, embora essencial, o uso das máscaras por longos períodos de tempo pode ser um incômodo.

 

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Mais do que esconder as expressões faciais e afetar a comunicação, as máscaras trazem algumas outras desvantagens. Por exemplo, quando úmidas pelo suor podem provocar alguns problemas na pele, como acnes nas bochechas e no queixo. De qualquer forma, algumas precauções devem ser tomadas para garantir a prevalência dos efeitos positivos dessa medida de proteção.

Como usar máscaras de forma segura?

Devemos estar atentos a alguns alertas em relação ao uso das máscaras de proteção contra a Covid-19. Em primeiro lugar, a higienização das mãos antes de colocar a máscara é fundamental. Além disso, devemos:

  • Colocar a máscara segurando pelos elásticos;
  • Posicionar o acessório de forma a cobrir bem o nariz e a boca e vedar a área do queixo e laterais;
  • Limpar as mãos com álcool em gel antes de consertar a posição da máscara, durante o uso;
  • Não tocar a parte da frente da máscara;
  • Não deixar a máscara no queixo ou pendurada nas orelhas, para evitar o contato da parte externa com a boca e o nariz;
  • Ao tirar a proteção, não colocar a máscara em qualquer lugar, pois pode estar contaminado;
  • Trocar por um acessório limpo a cada duas horas ou quando espirrar ou tossir.

Essas medidas são necessárias para não comprometer a eficácia das máscaras como barreiras protetoras. Pessoas que precisam usá-las de maneira contínua devem ter, de reserva, algumas unidades limpas e bem acondicionadas.

O uso de máscaras e a saúde bucal

No quesito saúde bucal, sabemos que a higienização e as rotinas diárias de prevenção são fundamentais. Um grande problema das máscaras é criar obstáculos a esses procedimentos. Outra desvantagem é a tendência das pessoas a respirar mais pela boca do que pelo nariz, durante o seu uso.

A respiração pela boca provoca ressecamento, aumentando a probabilidade de cáries dentárias e problemas na gengiva. A saliva, por suas propriedades, é essencial no combate às bactérias nocivas que causam as cáries.

Por outro lado, as máscaras também contribuem para a diminuição no consumo de água ao longo do dia. De fato, as pessoas deixam de beber água pelo inconveniente de ter que tirá-las da maneira correta. A água, além de hidratar, é fundamental para a limpeza da boca e para evitar o mau hálito.

Mantendo a saúde bucal apesar do uso das máscaras

Embora desconfortáveis, as máscaras são vitais para a proteção contra a Covid-19. Portanto, devemos nos adaptar e aprender a manter hábitos saudáveis, apesar delas.

Higienização após as refeições

Quem trabalha em ambientes onde o uso das máscaras é indispensável, deve reservar um tempinho para cuidar da saúde bucal. Resíduos alimentares e boca seca podem causar mau hálito, cáries e doenças gengivais. Escovar os dentes por alguns minutos e passar o fio dental são indispensáveis para preservar a saúde bucal.

Com a utilização das máscaras, a higiene oral deve se tornar ainda mais uma prioridade. Escovação de manhã e após as refeições e o uso do fio dental são os maiores aliados de uma boca saudável.

Máscaras sempre limpas

Se a tendência é respirar pela boca, é natural a presença de suor, gotículas de saliva e bactérias na máscara. Portanto, é recomendável a troca frequente do acessório ao longo do dia.

Pausas no uso das máscaras

É muito importante um pouco de ar fresco na boca e no nariz, nem que seja por alguns instantes. Podemos respirar algumas vezes, sem a proteção, durante o deslocamento, na rua ou em um espaço amplo. Apenas devemos ter o cuidado de higienizar as mãos, ao tocar na máscara.

Água é vida

Devemos beber água em intervalos regulares, após as refeições, lanches e bebidas açucaradas. Esse hábito mantém o corpo hidratado, ajuda na imunização e protege a boca de manchas, mau hálito e cáries dentárias.

O novo coronavírus ainda não tem vacina e os riscos de contaminação e contágio são bastante altos. As medidas de proteção continuam sendo nossas únicas armas contra a doença causada por ele. Dessa forma, devemos seguir nos protegendo, usando máscaras e tomando todos os cuidados necessários.

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Por que colocamos selantes dentários?

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Por que colocamos selantes dentários?

De todas as doenças bucais, a mais comum é a cárie. É também a primeira etapa de processos mais complicados, como as doenças periodontais. Além disso, é responsável por situações de dor e desconforto na maioria das pessoas, pelo menos uma vez na vida. A cárie é uma lesão causada por bactérias produtoras de ácidos que desmineralizam a estrutura do dente. Portanto, a cárie dentária é uma dissolução de parte do esmalte, atingindo principalmente a área de mastigação dos dentes. A superfície oclusal é, normalmente, a mais atingida, devido a seus sulcos e fissuras reterem mais resíduos e placa bacteriana. Por essa razão, esse é o local prioritário para colocação dos selantes dentários.

 

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Os principais fatores de aparecimento de cáries são o tipo de alimentação e uma má higiene bucal. Isso explica a maior incidência delas na infância e na adolescência. Nessas fases, a dieta alimentar costuma conter mais sacarose e açúcares, aliada a uma higienização nem sempre bem feita.

O que são selantes dentários?

 

De qualquer maneira, higienizar completamente a face de mastigação dos dentes é muito difícil, por causa de suas características anatômicas. Os selantes dentários são, assim, uma maneira eficaz de proteger os dentes contra as cáries. Ao serem colocados nos molares e pré-molares, preferencialmente, selam as ranhuras e previnem as cáries.

Os selantes são compostos por material resinoso, que veda as fissuras e sulcos, formando uma barreira. Ao preencherem as cavidades da superfície, evitam que os alimentos fiquem retidos na região, dificultando a proliferação de bactérias. Sua cor varia do branco ao transparente.

A aplicação de selantes dentários é uma proteção extra

Quando os primeiros dentes permanentes aparecem, aos seis anos, eles já podem ser selados. O dentista pode indicar ou não a aplicação dos selantes dentários, e em quais unidades será mais eficiente. A rigor, o selante pode ser aplicado em quase todos os dentes.

O procedimento é feito a partir da limpeza do dente com uma pasta profissional e uma taça de borracha rotativa. Em seguida, é feita uma lavagem com água e a secagem. Para criar uma superfície mais áspera no dente e aumentar a aderência, é usada uma solução ácida por alguns segundos.

O selante é, então, aplicado e endurecido com o uso de luz ultravioleta. Pode ser utilizado também um tipo de substância quimicamente ativada, que dispensa o aparelho de luz. Após endurecido, o selante passa a proteger o dente, bloqueando os sulcos e impedindo a formação de cáries.

Os selantes dentários podem durar vários anos e podem ser substituídos, se necessário. A aplicação é feita em apenas uma sessão e não requer nenhum cuidado especial posterior. O paciente pode comer e beber logo após o tratamento.

Molares e pré-molares possuem sulcos mais profundos

Os dentes posteriores são os que mais possuem propensão às cáries e, portanto, são os maiores beneficiados pelos selantes dentários. Entretanto, outros dentes podem apresentar um relevo que justifique sua aplicação.  Até mesmo os molares decíduos podem ser selados, de acordo com recomendação do odontopediatra.

Adultos com alto risco de cáries, ou cujos dentes possuam grandes sulcos, também podem receber selantes dentários. É importante lembrar que o selante só protege a área onde foi colocado. Portanto, ainda é necessária a aplicação de flúor para a proteção do restante dos dentes.

Selantes dentários protegem a saúde bucal

A aplicação de selantes dentários é mais uma opção de tratamento para ajudar a manter a saúde bucal em dia. Funcionam como um bloqueio contra os problemas bucais, reduzindo os ataques às superfícies rugosas. Como são materiais fluidos, aderem ao esmalte dentário, protegendo as fissuras dos dentes.

Porém, nenhum procedimento de prevenção dispensa a necessidade de uma boa higiene bucal. Escovação e fio dental serão sempre os principais aliados de um sorriso perfeito. É importante prevenir, cuidar e preservar.

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Sapinho em bebês representa perigo?

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Sapinho em bebês representa perigo?

A infecção conhecida por sapinho forma pequenas manchinhas brancas na boca, que se parecem com resíduos de leite. Atinge principalmente bebês até os seis meses de vida e geralmente não oferece riscos. Nessa fase, os pequenos ainda possuem baixa imunidade e resistência, o que facilita as infecções. O sapinho em bebês pode aparecer na língua, na parte interna das bochechas e no céu da boca. Porém, o problema maior da infecção é em relação à alimentação, podendo chegar a ocasionar desidratação. Afinal, o bebê infectado sente incômodo para amamentar ou ingerir alimentos, já que as manchinhas são doloridas. O bebê também pode ficar amuado e febril. Normalmente, é necessária a indicação de um analgésico para aliviar a dor.

 

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O que é o sapinho em bebês?

O sapinho em bebês é uma pequena infecção causada pelo fungo Candida albicans, cujo nome científico é monilíase. É uma doença comum, que, dependendo do estágio, pode ser identificada pelos próprios pais. Entretanto, é aconselhável uma consulta ao pediatra ou odontopediatra, para um diagnóstico preciso.

Quando as plaquinhas brancas não saem com uma limpeza simples, é muito provável que seja sapinho. Mas, como os bebês colocam as mãos por todo o corpinho, eles podem espalhar o fungo. Algumas vezes a infecção pode aparecer nos lábios ou na região coberta pela fralda. Nesse caso, ela forma bolinhas avermelhadas que podem causar dor, irritação e coceira.

O sapinho em bebês é uma ocorrência incômoda, mas, com tratamento e carinho, não tem maiores complicações.

Como acontece a contaminação?

Nosso corpo possui uma imensa quantidade de fungos e bactérias, com os quais convivemos normalmente. No entanto, em algumas condições de anormalidade ou baixa imunidade, esses microrganismos podem se multiplicar, causando problemas e infecções.

No aparecimento do sapinho em bebês, trata-se de um fungo que gosta de lugares úmidos. Por isso, os bicos de mamadeira e chupetas, quando mal lavados, podem contaminar o bebê. Ou seja, eles devem ser higienizados e fervidos sempre após o uso e, especialmente, ao caírem no chão. Os talheres plásticos também devem receber o mesmo tratamento.

A contaminação pode ocorrer ainda na barriga da mãe ou no momento do parto. Quando a mãe possui uma infecção vaginal fúngica não curada, os fungos podem ser transmitidos no nascimento do bebê. Por outro lado, a candidíase pode ser transmitida da criança para a mãe, infectando os mamilos durante a amamentação.

A utilização de antibióticos também pode ser um gatilho para o aparecimento do sapinho, inclusive em bebês já maiores. O medicamento altera a flora bucal e os fungos podem aproveitar para se proliferarem. Pode acontecer, além disso, uma infecção cruzada, quando é a mãe que utiliza antibióticos durante a gravidez.

Tratamento para sapinho em bebês

O tratamento do sapinho em bebês é simples, mas deve ser prescrito por um médico ou odontopediatra. É feito com antifúngicos apropriados, indicados pelo profissional, que também vai orientar sobre o uso e o acompanhamento. É importante que a área infectada não seja irritada ou raspada, sob o risco de aumentar o problema.

Normalmente utilizam-se pomadas antifúngicas, que são espalhadas sobre toda a região atingida. Isso inclui a parte interna das bochechas e também a língua. No entanto, nas situações em que o sapinho se espalha para dentro da garganta, os remédios orais são mais recomendados.

Uma medicação analgésica acompanha o tratamento, para aliviar dores e os incômodos na hora da alimentação. O combate à infecção pode durar alguns meses. Se, durante esse tempo, o bebê apresentar febre alta, acima de 38 graus, o quadro pode estar se agravando.

O médico ou dentista deve ser procurado, então, pois pode estar havendo retransmissão. Caso sinta ardor na região do bico do seio, a mãe pode estar infectada e deve também utilizar uma pomada antifúngica. Assim, evita-se que o fungo seja transmitido de mãe para filho e vice versa.

Como evitar a reinfecção?

Algumas medidas podem ser tomadas, além do tratamento concomitante da mãe e do bebê:

  • Ferver chupetas, peças do extrator de leite, mamadeira e brinquedos que vão à boca, diariamente, por vinte minutos;
  • Lavar as roupas com água sanitária ou vinagre;
  • Lavar as mãos com frequência, secar com papel toalha e descartar;
  • Evitar lenços umedecidos para a limpeza do bebê e, de preferência, optar pelas fraldas de pano;
  • Deixar o bebê sem fralda sempre que possível.

O sapinho em bebês é relativamente comum, mas um tanto desconfortável. A recomendação é manter uma higiene rigorosa e procurar orientação de um pediatra ou odontopediatra aos primeiros sinais da infecção.

Sempre que precisar, conte com a Uniodonto Uberlândia e uma rede credenciada de qualidade para cuidar do seu bebê. Acesse o site e adquira online o plano odontológico ideal para você e sua família.

Cuidados bucais: carinho para o bebê

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Cuidados bucais: carinho para o bebê

Assim como em vários outros aspectos, a saúde bucal do bebê tem uma relação direta com a da própria mãe. Algumas bactérias podem ser transferidas ao filhinho e causar cáries. Além disso, há a probabilidade de uma ligação entre doenças gengivais da gestante e partos prematuros ou bebês com baixo peso. De qualquer maneira, os hábitos familiares, especialmente das mamães, podem ajudar ou comprometer o desenvolvimento oral saudável das crianças. É recomendável que a futura mamãe agende uma consulta com o dentista no segundo trimestre da gravidez. A limpeza e o acompanhamento do dentista são cuidados bucais básicos e práticas seguras de prevenção e proteção ao bebê.

Além disso, alimentação saudável e boas rotinas de higiene bucal moldam o comportamento do filhote por toda a sua vida. Os cuidados bucais com o bebê são como um carinho, que se reflete em tranquilidade e bem estar para pais e filhos.

 

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Como se desenvolve a primeira dentição?

A erupção dos dentinhos começa por volta dos seis meses de idade. Em geral, os primeiros a romper são os incisivos centrais inferiores e, logo depois, os superiores. A seguir vêm os outros até completar um total de vinte dentes, que compõem a dentição decídua, ou dentição de leite.

Porém, em casos mais raros, alguns bebês já nascem com dentes, na posição dos incisivos centrais. Isso pode acontecer porque a calcificação dos dentes tem início por volta dos quatro meses de vida, ainda na barriga da mãe.

Por outro lado, existem situações em que o primeiro dentinho só aparece com um ano de idade. Embora não seja muito comum, ainda é normal. Considera-se uma erupção tardia a partir dos treze meses de idade, e, nesses casos, as causas devem ser investigadas.

Para muitos bebês, a erupção dentária costuma ser assintomática ou provocar apenas alguns pequenos transtornos. Entretanto, existem crianças nas quais surgem irritabilidade, salivação abundante, dores nas gengivas, febres, cólicas e falta de apetite. Tudo isso pode acarretar alterações no sono e na alimentação.

Para aliviar esse desconforto, podem ser tentadas algumas estratégias e cuidados bucais específicos, com a orientação de um profissional:

  • Mordedores de silicone;
  • Limpeza e hidratação da pele da boca e do queixo, em caso de muita salivação;
  • Gel específico para acalmar as gengivas;
  • Reforço na alimentação líquida, evitando os alimentos sólidos, que podem aumentar a irritação das gengivas.

Que problemas de saúde oral podem acontecer na primeira dentição?

As cáries dentárias devem ser prevenidas mesmo antes dos primeiros dentinhos aparecerem. Os bebês devem receber cuidados bucais, com uma boa higiene oral e devem ser poupados do consumo de açúcar. A última alimentação do dia deve receber atenção especial, devido à diminuição da saliva durante a noite.

Especialmente se contiver açúcar e cereais, a mamadeira noturna pode favorecer o desenvolvimento de cáries. Por isso, recomenda-se a limpeza da boquinha e a redução gradual dessa parte da dieta. Caso não seja possível, é aconselhável oferecer apenas água pura, antes de dormir.

A dentição também deve ser acompanhada por um odontopediatra para identificar possíveis indicadores de má oclusão. Esse problema pode ocasionar alguns consequências para a criança, como perturbações na fala, dores e maior propensão às cáries.

Cuidados bucais nos diversos estágios do bebê

No primeiro ano do bebê, as gengivas devem ser limpas após cada amamentação ou, no mínimo duas vezes ao dia. Essa limpeza pode ser feita com o dedo indicador enrolado em uma gaze limpa e umedecida em água. Esse carinho previne o acúmulo de resíduos e o aparecimento de bactérias.

A primeira consulta do bebê deve ser agendada antes de completar um ano, de preferência ao romper o primeiro dentinho. O odontopediatra irá acompanhar e indicar os próximos passos para os cuidados bucais. Em geral, as visitas devem ocorrer a cada seis meses, até os cinco anos de idade.

Quando os dentinhos começarem a nascer, é hora de encontrar uma boa escova infantil de cerdas macias. A higienização passa a ser feita com escovações, utilizando um creme dental com a quantidade de flúor recomendada pelo dentista. Nesse período, deve-se evitar a exposição excessiva a esse componente.

Por fim, os cuidados bucais com o bebê envolvem também não compartilhar seus utensílios, como copos, canudos e talheres. É sempre bom lembrar que bactérias também podem ser transmitidas.

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O que acontece na boca ao perder um dente?

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O que acontece na boca ao perder um dente?

 

Perder um dente de leite é natural e faz parte do processo de crescimento das crianças. Porém, perder um dente permanente significa ter para sempre uma falha na estrutura dentária. É uma experiência irreversível, que resulta em consequências para a saúde, a aparência e a auto estima. Apesar disso, é algo que pode acontecer com qualquer pessoa, seja por um trauma, seja por uma doença periodontal. Os traumas podem ser causados por acidentes, bruxismo, ou hábitos inadequados, que formam trincas e fissuras nos dentes. Já a doença periodontal é um processo inflamatório e infeccioso, provocado pelo acúmulo de placa bacteriana e tártaro.

Quando a causa da perda é uma extração devido à evolução de uma doença periodontal, ela poderia ter sido evitada. E, para garantir que isso nunca aconteça, a higienização é fundamental. Escova macia e creme com flúor, três vezes por dia, e uso diário do fio dental são a base de uma boa higiene bucal. Entretanto, as visitas periódicas ao dentista são a garantia de que a saúde bucal está sendo bem monitorada.

 

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Consequências de perder um dente

Em alguns casos, o dentista pode extrair uma peça dentária para resolver um problema. Esse é, normalmente, o caso dos dentes sisos e de falta de espaço nas arcadas. Nessas situações, a vaga deixada pelo dente já será preenchida durante o tratamento, ou não causará transtorno.

Agora, se o dente perdido for um dente funcional, é certo que ele fará falta. Mais ainda do que imaginamos. Quando se tratar dos dentes da frente, o problema ainda é maior, porque o prejuízo para a aparência é evidente. Mas, de qualquer forma, o que acontece na boca ao perder um dente é bastante preocupante.

Toda a estrutura dentária sofre com a perda

A primeira consequência de perder um dente é a perda da eficiência mastigatória, sobretudo se for um dente posterior. A quantidade de unidades dentárias diminui, assim como a simetria dos movimentos. Isso dificulta o processo de trituração dos alimentos e machuca a mucosa. Dessa forma, a tendência é sobrecarregar o lado oposto.

Outra consequência importante é a movimentação dos dentes vizinhos, em busca de suprir aquela falta. Os dentes da mesma arcada começam a tombar preenchendo a lacuna do dente perdido e o oposto tende a “crescer”. E, assim, a oclusão fica desorganizada e perde o equilíbrio e a harmonia.

Com o aumento do espaço entre os dentes, os restos alimentares ficam presos e a higienização se torna mais difícil. Consequentemente, as cáries são mais frequentes.

Devido à alteração na posição dos dentes aparecem os toques prematuros, que não têm sincronia com o restante da dentição. Essas forças não conseguem ser absorvidas pelas estruturas de amortecimento e danificam os ossos. As raízes começam a ficar expostas, provocando sensibilidade dental e mobilidade dos dentes.

É urgente repor o dente perdido

Os dentistas são unânimes em dizer que a reposição deve ser feita o quanto antes. Porque, se há demora, o tratamento terá que incluir todos os dentes fora de posição, para recuperar a harmonia oclusal. Além disso, tudo que foi atingido deverá ser restaurado.

Dessa forma, algo que poderia ter sido resolvido facilmente torna-se um grande problema no final. As perdas ósseas podem, inclusive, prejudicar a instalação de implantes e diminuir o suporte para as próteses. O maxilar e a gengiva também são afetados e podem causar defeitos estéticos.

O que fazer ao perder um dente?

Quando a perda é acidental, há a possibilidade de consertar ou reimplantar o dente. Para isso, o que sobrou do dente deve ser reunido, limpo com soro fisiológico e embebido em leite ou na própria saliva. Nesse caso, o dentista deve ser procurado imediatamente.

Nas situações em que houve uma extração ou uma perda decorrente de doença periodontal, o dente deve ser logo substituído. Ou seja, o paciente deve receber um desses tratamentos:

  • Implante dentário, no qual uma raiz artificial de pinos é implantada no osso maxilar;
  • Próteses dentárias, que são estruturas que substituem os dentes e se fixam na estrutura dentária.

Perder um dente afeta a saúde bucal, a eficiência mastigatória, a fala, a articulação temporomandibular e a auto estima. Por isso é tão importante manter uma boa rotina preventiva, com bons hábitos de higiene bucal e consultas odontológicas periódicas.

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Carência zero no plano odontológico para estudantes

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Carência zero no plano odontológico para estudantes

 

Vida de estudante não é fácil, especialmente daqueles que trabalham e estudam, ou que estão longe da casa dos pais. Para se transformarem em profissionais saudáveis e produtivos, devem se esforçar para manter um mínimo de qualidade de vida. O equilíbrio físico e mental é imprescindível para manter bom rendimento nos estudos e garantir força para as atividades futuras. Por isso, são necessários cuidados nos diversos aspectos da vida, como alimentação, atividade física e prevenção e manutenção da saúde. Para facilitar a inclusão da saúde bucal na rotina dos jovens, a Uniodonto Uberlândia oferece carência zero no plano odontológico para estudantes. O plano especial voltado para esse público ainda possui preços diferenciados e conta com a maior rede credenciada da região.

A fase adulta traz suas vantagens, mas começa a apresentar também a realidade do passar dos anos. Felizmente, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, em 2010 o Brasil entrou no grupo de países com baixa incidência de cárie.

 

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“Nos adultos, diminuiu em 45% o número de dentes perdidos por cárie e aumentou em 70% o número de dentes tratados”, mostrou o Blog da Saúde, do Ministério da Saúde. É uma ótima notícia, mas podemos melhorar esses índices cuidando ainda mais da saúde bucal no início da vida adulta.

Carência zero para focar na saúde bucal do estudante

Começa nesse período uma fase cheia de compromissos e preocupações, porém de maior pressão por uma boa aparência. E uma boa aparência começa com um sorriso saudável e harmônico. Isso inclui valorizar as ações preventivas, os hábitos de vida saudável e a auto percepção da saúde bucal.

O maior impacto dos problemas bucais na qualidade de vida acontece entre 35 e 44 anos. Por essa razão, é importante que os cuidados comecem desde cedo. Os planos odontológicos para a família são fortes aliados nesse sentido. Mas, ao atingir a maioridade, é fundamental contar com um plano feito sob medida.

A carência zero é parte fundamental nessa modalidade de convênio, pois os jovens têm pressa e alguns tratamentos são urgentes.

Segurança com as medidas de proteção nos consultórios

Estamos vivendo um momento difícil com o surgimento da pandemia gerada pela Covid-19. Entretanto, todos os profissionais da Uniodonto Uberlândia estão preparados para trabalhar com a implementação das medidas de proteção à saúde.

Essas medidas são efetivas e protegem contra essa e outras doenças. Confira o que está sendo feito em todos os consultórios odontológicos dos dentistas da rede:

  • Organização da agenda de horários para aumentar o intervalo de atendimento a clientes;
  • Intensificação da utilização de equipamentos de proteção individuais;
  • Correta esterilização do material de trabalho;
  • Cuidados ainda mais rígidos na higienização dos ambientes de recepção;
  • Cumprimento à risca das normas de biossegurança a cada atendimento.

Carência zero porque saúde bucal é coisa séria

A boca exerce funções essenciais para a vida humana. Ela é fundamental na fala, na mastigação e na respiração, mas é, também, porta de entrada para microrganismos nocivos. Por isso, é necessário seguir os protocolos de prevenção às doenças contagiosas e manter uma boa higiene bucal.

A higienização diminui o risco de problemas bucais e dentários. Além disso, devido ao fato da cavidade bucal interagir com o corpo todo, previne também várias outras enfermidades. Ter uma boa rotina de higiene e alimentação saudável é quase uma garantia de boca saudável.

Porém, estamos falando de estudantes, ainda despreocupados com o futuro e vivendo uma vida movimentada. É quase certo que esses cuidados não são levados tão a sério assim. Com isso, alguns problemas comuns podem acontecer, como:

  • Cáries;
  • Mau hálito;
  • Gengivite;
  • Tártaro.

Com um bom plano odontológico, é bem fácil evitar que essas ocorrências evoluam para doenças periodontais. Porém, pode acontecer. E, nessas horas, a carência zero é determinante para um atendimento rápido, evitando sofrimento e desfalque no orçamento apertado.

Aliás, foi pensando nesse orçamento que a Uniodonto Uberlândia criou o plano odontológico para estudantes. Preço especial e carência zero. O plano perfeito para quem escolhe um presente sem sobressaltos e um futuro sorridente.

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Plano odontológico para empresas: valorização do capital humano

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Plano odontológico para empresas: valorização do capital humano

Plano odontológico para empresas

Um plano odontológico para empresas é uma das melhores opções para a carteira de benefícios do setor de Recursos Humanos. Afinal, além de complementar a remuneração, disponibiliza um serviço essencial para a saúde e qualidade de vida dos colaboradores. Quando um profissional busca uma empresa, ele procura não apenas salário, mas também benefícios que façam diferença em sua vida. Atrair e reter talentos sempre é um desafio para as empresas, e bons benefícios auxiliam nesse trabalho. Mais do que isso, valorizam o recurso humano, que responde com satisfação e produtividade.

 

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“Hoje, com 10 milhões de beneficiários, o segmento exclusivamente odontológico tem crescido mais do que o médico-hospitalar”, de acordo com artigo da Associação Brasileira de Saúde Suplementar, ANS. Esse dado traduz o aumento da importância dos cuidados com a saúde bucal entre os brasileiros.

Benefício para empresa e colaborador

Para ser viável, uma decisão em âmbito empresarial deve ser vantajosa para os dois lados, empresa e colaborador. Esse é o caso do plano odontológico para empresas. Os benefícios para o colaborador são óbvios e, em contrapartida, repercutem na motivação das equipes e em consequente ganho em produtividade.

Em acréscimo, devido ao foco na prevenção, há uma queda substancial nas faltas por motivos odontológicos. Portanto, para a empresa, significa contar com um time mais satisfeito, engajado e produtivo. E, de maneira geral, configura uma vantagem competitiva na atração e retenção de talentos.

Vantagens de um plano odontológico para empresas

Um plano odontológico para empresas é um convênio fechado pelo empregador com uma provedora de planos odontológicos. Dessa maneira, funcionários e familiares terão seus tratamentos dentários cobertos pelo plano. As coberturas variam de acordo com o plano fechado pela empresa.

Mais do que proporcionar manutenção da saúde bucal dos colaboradores, o benefício afeta diretamente a qualidade de vida e trabalho.

Baixo custo de contratação

Existem, no mercado, excelentes opções com valores competitivos, pacotes acessíveis e diferentes formatos. O baixo valor desse investimento para o empregador permite que a empresa possa assumir, inclusive, o custo total do plano. Isso significa um benefício ainda maior para os colaboradores, sem a necessidade de altos gastos.

Motivação e produtividade

Quando os colaboradores percebem a preocupação da empresa com seu bem estar, tornam-se mais comprometidos. Dessa forma, sentem-se valorizados e tendem a trabalhar mais satisfeitos, com resultados mais expressivos de desempenho.

Mais saúde implica em mais qualidade de vida, e pessoas saudáveis faltam menos e possuem mais motivação.

Construção de uma boa imagem corporativa

A percepção dos funcionários e familiares em relação à empresa interfere fortemente na imagem da organização. Os primeiros clientes da empresa são seus próprios colaboradores, sendo os principais divulgadores da sua imagem, seja positiva ou negativa.

O plano odontológico para empresas tem baixo impacto na folha de pagamento e é normalmente estendido a familiares. Esses são grandes diferenciais, que garantem satisfação e lealdade à empresa.

Dedução do Imposto de Renda

Mesmo sendo um investimento de baixo custo, ainda há a vantagem de poder ser descontado do Imposto de Renda. Ou seja, o valor gasto pela empresa com o plano odontológico pode ser convertido em desconto no IR.

Melhor clima organizacional

Cada dia mais pessoas reconhecem a importância de uma boa aparência. Nesse sentido, cresce a preocupação com a saúde e a estética bucal, e sua relação com a autoestima. Com a oportunidade de um convênio odontológico mediado pela empresa, esses cuidados são facilitados.

Um sorriso bonito e agradável proporciona mais confiança e, em consequência, facilita as relações interpessoais e de trabalho. Com isso, há uma melhora no clima organizacional, que resulta em um ambiente de trabalho harmônico e produtivo.

Como contratar um bom plano odontológico para empresas?

Há diversas empresas de planos odontológicos no mercado e é recomendável analisar bem para não comprometer empresa e colaboradores. Portanto, alguns fatores devem ser levados em consideração, como:

  • Idoneidade;
  • Abrangência geográfica;
  • Rede credenciada;
  • Planos disponibilizados;
  • Possibilidade de extensão para familiares;
  • Carência;
  • Cláusulas do documento de adesão.

Ofereça esse benefício para seus colaboradores. Acesse o site Uniodonto Uberlândia e escolha o plano odontológico para empresas que mais se adequa ao seu perfil. Seja parceiro da Uniodonto e, então, receba os dividendos pela melhor escolha!

Endodontia: entenda o tratamento de canal

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Endodontia: entenda o tratamento de canal

 

Em muitos casos, quando realizamos uma consulta ao dentista, somos encaminhados ao endodontista. Nessa hora, o alarme soa: tratamento de canal! E quase sempre é verdade. A Endodontia é a especialidade da Odontologia que trata a polpa dentária, ou seja, o interior do dente. A função do endodontista é preservar um dente mesmo com estrutura coronária danificada ou destruída, desde que ainda possua funcionalidade. Ou seja, cujo remanescente radicular ainda possa ser considerado. Faz parte, também, da Endodontia a capacidade de eliminar infecções decorrentes de necroses e eliminar dores intensas provocadas por inflamações na polpa. Porém, o tratamento de canal é o procedimento mais frequente desse ramo da Odontologia.

 

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Lesões no dente também nos levam ao endodontista. Afinal, fraturas no dente, que podem acontecer em acidentes ou quedas, podem lesionar as partes internas do elemento dentário. É sempre importante consultar um especialista nessas situações, pois podem até levar à perda do dente.  

Sinais que indicam a necessidade de Endodontia

As consultas ao dentista devem ser feitas periodicamente, de seis em seis meses. Dessa forma, podemos evitar que os problemas dentários se agravem. Entretanto, qualquer alteração na cavidade oral ou dor de dente, mesmo que pequena, já é um bom motivo para retornar ao consultório.

Devemos ficar atentos especialmente a alguns sintomas, que podem indicar que um endodontista deve ser procurado:

  • Sensibilidade intensa e constante, ao contato com alimentos frios ou quentes;
  • Incômodo ao toque;
  • Dor de dente contínua;
  • Inchaço em torno do dente dolorido;
  • Dificuldade para mastigar;
  • Escurecimento do dente;
  • Dor no maxilar superior ou na mandíbula.

O que é o tratamento de canal feito pela Endodontia?

O tratamento de canal é uma pequena cirurgia e, portanto, pressupõe alguns cuidados. Apesar de ser feito com anestesia, o paciente pode sentir alguma dor após o procedimento. Por isso, é importante tomar os medicamentos indicados, manter a higiene bucal e evitar a mastigação com o lado afetado.

Dependendo do grau de inflamação ou da complexidade, podem ser necessárias várias visitas ao dentista. De modo geral, o tratamento de canal segue os seguintes passos:

1 – Acesso à raiz do dente

O dente é anestesiado e é feita uma abertura através da coroa do dente até a câmara da polpa.

2 – Retirada da polpa

O tecido mole pode estar inflamado, infectado por alguma bactéria ou necrosado. São, então, utilizadas limas especiais para eliminar a polpa doente dos canais. Em seguida, é feita a irrigação para limpeza e remoção de resíduos e a modelagem do canal para restauração.

3 – Restauração do canal com material permanente

A obturação ou selagem do canal é feita para proteger contra futuras infecções e contaminação por bactérias. Depois é feito um preenchimento temporário do dente, para vedar a abertura. Em alguns casos, pode ser necessária a colocação de um pino na raiz, para dar mais suporte à coroa.

A partir desse ponto, o dente recebe uma restauração com material permanente ou a fixação de uma coroa.

O tratamento de canal, embora temido, é o único caminho para se evitar um quadro mais grave. Um infecção que chegou à parte interna do dente, se não tratada, pode provocar, inclusive, um edema facial. Além disso, pode atingir a corrente sanguínea e causar sérios problemas de saúde. Sem contar, é claro, com a perda do dente.

Como evitar o tratamento de canal?

Depois que a infecção chegou ao nível de atingir a polpa dentária, não há como evitar o tratamento de Endodontia. Porém, é fácil prevenir. Para isso, bastam os cuidados com a saúde bucal, especialmente com a higienização. As recomendações são as mesmas para evitar as cáries:

  • Escovar os dentes três vezes ao dia, após as refeições;
  • Cuidar da alimentação e evitar o consumo excessivo de açúcar;
  • Usar o fio dental pelo menos uma vez ao dia;
  • Fazer aplicações de flúor;
  • Eliminar o tabagismo e restringir bebidas alcoólicas ou ácidas;
  • Utilizar enxaguante bucal, indicado por profissional;
  • Visitar o dentista de seis em seis meses.

A prevenção é a principal arma contra as doenças bucais. Estabeleça uma rotina eficiente de higiene bucal e mantenha um bom plano odontológico. Torcemos para que você não precise da Endodontia, mas, se precisar, conte com a Uniodonto Uberlândia.

 

Gengiva inchada nem sempre é gengivite

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Gengiva inchada nem sempre é gengivite

 

Uma gengiva inchada ou inflamada quase sempre está acompanhada de dores e sangramento na região. É uma situação bastante incômoda e a tendência é concluir que se trata de uma inflamação causada pela placa bacteriana. De fato, é bastante comum o acúmulo da placa no encontro entre os dentes e a gengiva. A doença gengival se desenvolve quando resíduos alimentares não são retirados da boca, de forma eficiente, durante um certo tempo. Essa inflamação evolui para uma gengivite que, logo após, avança sobre o dente, causando periodontite. Mas, nem sempre é assim. Uma pessoa que sofre com gengiva inchada pode ter outras complicações, como problemas de nutrição, por exemplo.

 

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As gengivas funcionam como uma pele cobrindo as mandíbulas. São compostas por um tecido fibroso, grosso e possuem inúmeros vasos sanguíneos. Por isso, quando inchadas, adquirem uma aparência avermelhada e podem chegar a esconder parte dos dentes.

Problemas que podem causar gengiva inchada

Além da higiene bucal incorreta, do acúmulo da placa bacteriana e da gengivite, outras situações podem provocar inchaço nas gengivas. Para obter um diagnóstico preciso, é necessária a avaliação de um profissional. Entretanto, existem algumas condições que devem ser avaliadas, pois podem provocar o aparecimento de gengiva inchada.

Alteração nos níveis hormonais

A gravidez, a puberdade, a menstruação e a menopausa são períodos em que há modificação na liberação de hormônios. Essa alteração pode aumentar o fluxo sanguíneo para o tecido das gengivas, provocando o inchaço. Além disso, alguns anticoncepcionais também podem causar mudanças dos níveis de hormônio.

Aftas

As aftas são pequenas erupções na gengiva e outras regiões da mucosa da boca, que podem provocar dor e inchaço. Mas é possível diferenciar essas lesões pela sua aparência esbranquiçada, com as bordas vermelhas. Aliás, as aftas são benignas, tratáveis e não contagiosas. 

Tabagismo

Sem dúvida, o cigarro possui agentes nocivos que causam propensão ao desenvolvimento de doenças na gengiva e na boca.

Reação a produtos, como enxaguantes e cremes dentais

Alguns produtos para higiene bucal possuem em sua fórmula ingredientes que podem causar reação alérgica. Por causa disso, a gengiva e a parte interna dos lábios ficam irritadas, vermelhas, inchadas ou cobertas por pequenas bolhas.

Escorbuto

O Escorbuto é causado pela falta de vitamina C, causando fraqueza e cansaço. A doença, se não tratada no início, pode provocar inflamação nas gengivas e outros sintomas na pele, membros e cabelo.

Traumas devido a aparelhos, próteses dentárias ou escovação forçada

Problemas de adaptação aos aparelhos e próteses devem ser acompanhados pelo dentista, para evitar lesões na gengiva. Assim como a pressão excessiva na escovação ou o uso inadequado do fio dental, que podem provocar inchaço nas gengivas.

Desnutrição

O organismo, quando não recebe calorias suficientes, consome sua própria gordura. Passada essa fase, passa a atacar outros tecidos, como as mucosas gengivais, levando fatalmente a problemas muito graves.

Tratamento de quimioterapia

Essa terapia é eficaz contra o câncer, mas é muito agressiva e possui vários efeitos colaterais. Feridas, aftas dolorosas, inchaço e sangramento das gengivas podem ser causados pela quimioterapia. Nesse caso, é aconselhável um acompanhamento odontológico durante o tratamento do câncer.

Uso de medicamentos

Alguns remédios podem causar o crescimento da gengiva e, com isso, dificultar a eliminação da placa bacteriana. São medicamentos utilizados em pacientes de transplante de órgãos, ou para controle da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Estresse psicológico

Fatores externos como o estresse aceleram as infecções causadas pelo acúmulo da placa bacteriana, agravando uma situação de gengiva inchada.

Doenças sistêmicas

Diabetes, HIV, leucemia, lúpus e outras doenças sistêmicas costumam se manifestar nas gengivas. A inflamação nas pessoas com essas enfermidades tende a ser mais severa, com mais inchaço e sangramento.

Ao se perceber o aparecimento da gengiva inchada, através da observação e do autoexame, deve-se procurar imediatamente um dentista. Esse profissional será capaz de identificar se o problema tem origem em alguma infecção na boca. Nesse caso, é sua função instruir sobre técnicas eficientes de higiene bucal e iniciar um tratamento.

Caso contrário, poderá ajudar na investigação de outras causas e orientar o paciente para uma possível solução.

Conte com a orientação dos melhores dentistas da rede credenciada  Uniodonto Uberlândia. Acesse o site e encontre o plano ideal para você e sua família.