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Odontologia esportiva: saúde bucal para atletas

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Você sabia que mais de cinco milhões de dentes são perdidos anualmente em decorrência da prática de esportes? Os dados são resultados de uma pesquisa publicada na revista “Sports Health” e revelou que atividades de contato físico e de muita tensão podem levar a traumas dentários. Atletas profissionais e amadores devem ser acompanhados por um profissional especializado em odontologia esportiva.

O cirurgião-dentista designado para acompanhar esportistas atua com foco preventivo e multidisciplinar. O objetivo é melhorar o rendimento do atleta por meio da saúde bucal além de tratamentos emergências. Confederações, clubes, academias e eventos esportivos têm investido neste profissional para garantir a saúde de seus atletas.

Como a odontologia esportiva atua?

Os cuidados bucais de cada atleta devem ser pensados de acordo a modalidade esportiva praticada. O cirurgião-dentista deve fazer um diagnóstico completo da saúde bucal do paciente e monitorar a estrutura dos dentes, doenças e fraturas com o objetivo de melhorar o rendimento do esportista.

É importante salientar que a odontologia esportiva não se restringe a apenas prevenir e tratar eventuais lesões. Dentes e mandíbulas desalinhados, por exemplo, comprometem a eficiência respiratória do paciente e, por consequência, o rendimento do atleta devido à oxigenação insuficiente (fôlego curto). O cirurgião-dentista tem a responsabilidade de identificar este problema e corrigi-lo.

O profissional também trabalha em conjunto com nutricionista para garantir a alimentação saudável e monitorar a ingestão de isotônicos (que podem danificar a camada de esmalte dos dentes) e psicólogo. Outra atuação da odontologia esportiva é monitorar a prescrição de remédios e substâncias que não sejam proibidas, evitando casos de doping.

 

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Protegendo a boca de lesões

O principal instrumento que protege os atletas de traumas orofaciais é o protetor bucal, aparelho feito sob medida para se encaixar perfeitamente a estrutura de cada boca. Este acessório protege os dentes, gengivas e articulações bucais e faciais de eventuais batidas e quedas. Em esporte de intenso contato físico, como as diversas modalidades de lutas, o uso do protetor é obrigatório. Os adeptos da maratona, ciclismo, atletismo e entre outros também devem ficar atentos devido ao risco de tropeços e quedas.

Quando a atividade física exige muita concentração, o uso do acessório também é indicado. A ansiedade criada no momento da prática do exercício refletir na tensão e força exagerada na mandíbula, afetando a musculatura da face e que sustenta os dentes.

Para atletas amadores, também é recomendado o acompanhamento com um profissional especialista em odontologia esportiva ou avisar seu dentista da prática de esportes para que este possa de orientar corretamente quanto cuidados e prevenção.

5 alimentos que prejudicam sua saúde bucal

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A dieta que adotamos diariamente tem impacto direto na saúde. É comum pensar nos seus benefícios e malefícios no corpo, após sua ingestão e absorção. É preciso considerar também os efeitos da comida quando ainda está na boca.  Consumir alimentos que prejudicam sua saúde bucal  e a flora bacteriana presente na cavidade bucal podem resultar em doenças como halitose, gengivite e dentes fracos.

As comidas industrializadas são as principais culpadas pela deterioração da saúde. Isso ocorre por causa do alto teor de sódio e conservantes utilizados na sua produção. Mas alimentos naturais ricos em substâncias ácidas e açúcares também podem ser nocivos aos dentes se consumidos de modo exagerado. Mesmo mantendo a higiene bucal em dia, fique atento no consumo de alimentos que prejudicam os sua saúde bucal.

Evite estes 5 alimentos para manter a saúde bucal

Bebidas açucaradas

Principais companheiros nas refeições, os refrigerantes, sucos industrializados, leites achocolatados, entre outros levam grandes quantidades de açúcar em suas composições. Segundo o site da Coca-Cola, uma lata de 350ml da bebida tem 37 gramas de açúcar, equivalente a 2½colheres de sopa. Este ingrediente é o principal responsável por alimentar as bactérias que corroem o esmalte dentário causando a cárie. Consumir somente as versões lights ou diets não os deixam mais saudáveis pois os níveis de acidez são os mesmos e acrescentam-se adoçantes artificiais que também são prejudiciais à saúde bucal. O ideal é ingerir bebidas industrializadas com pouca frequência ou preferir bebidas naturais adoçadas com ingredientes naturais. Lembre-se de realizar a limpeza bucal após bebê-los.

 

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Alimentos duros
O perigo de comidas duras está na possibilidade de fraturas dentárias. Castanhas, milho verde, cenoura e até maçã podem ser nocivos principalmente se a pessoa sofrer de osteoporose  e periodontite. No caso de doces como balas e maçãs-do-amor, a atenção deve ser maior. Esses alimentos tem a textura aderente e pegajosa que podem grudar nos dentes dificultando sua limpeza e levando a cárie.

Sucos e frutas ácidas
A sensibilidade dentária é a principal consequência do consumo exagerado de alimentos ácidos. Essa situação acontece pois o esmalte dentário fica danificado e a dentina,  é exposta, deixando-o suscetível aos estímulos externos. Frutas cítricas carregam maior concentração de acidez, por isso, evite comer e beber sucos feitos a partir da polpa de laranja, limão, carambola, kiwi, abacaxi, entre outros, diariamente. Uma dica é consumir essas frutas com uma pitada de sal ou em conjunto com alimentos neutros ou alcalinos como banana e cenoura. Bebidas industrializadas também possuem características ácidas e devem ser evitadas.

Alimentos hiperpigmentados

Os amantes de café e vinho tinto devem tomar cuidado: a pigmentação forte dessas bebidas prejudicam a estrutura e estética dos dentes. Outros alimentos como molho de tomate (principalmente os industrializados) e doces com cores fortes tem alto teor de acidez, provocando a erosão dentária. Além disso, os corantes aderem mais facilmente à placa bacteriana, alterando a pigmentação dos dentes deixando-os mais escuros ou amarelados. Após consumir estes alimentos, faça a higienização bucal ou, se não for possível, enxágue a boca para livrar-se dos resíduos .

Bebidas alcóolicas
O consumo de álcool tem grande efeito na boca, apesar de ser pouco notado. Essa substância diminui a produção de saliva, fluido que tem a função de auxiliar na mastigação e neutralizar os ácidos na cavidade bucal. Sem a quantidade adequada de saliva, as mucosas da gengiva, bochecha e garganta, língua e bochecha sofrem para desempenhar seus papéis, além de ficarem desprotegidos. Por estas razões, os enxaguantes bucais com álcool em sua composição não são recomendados.

Sensibilidade nos dentes

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O dia está quente e você decide tomar um sorvete para se refrescar. Mas ao saboreá-lo, uma dor nos dentes o impede de continuar. Esta sensibilidade nos dentes prejudica não só a alimentação, como a escovação e bem-estar do indivíduo, e afeta 15% a 30% da população mundial. A condição é caracterizada pela dor aguda e passageira como resposta a estímulos externos como variação térmica, táteis ou químicos devido à exposição dentinária.

Por ser um incômodo de curta duração, poucas pessoas procuram um profissional para investigar as causas da hipersensibilidade dentinária. O problema ocorre, principalmente, em virtude da corrosão do esmalte dentário, mas pode ter razões mais graves. O mercado odontológico desenvolveu produtos que amenizam as dores agudas, mas ações diárias podem evitar o inconveniente.

Por que os dentes ficam sensíveis?

O dente é formado por três partes: a polpa, tecido que concentra vasos sanguíneos e nervo; dentina, fina camada porosa que envolve o nervo; esmalte, revestimento externo e mineralizado. A sensibilidade nos dentes acontece quando há desgaste da camada mais externa e a dentina fica exposta. Assim, devido a sua natureza permeável, qualquer estímulo nos dentes afeta também os nervos, causando a dor.

A corrosão do esmalte ocorre por diversos fatores: ingestão de alimentos de alto teor ácido (como frutas cítricas e refrigerantes) e açucarados, escovação em excesso (mais de três vezes ao dia) com material de cerdas duras, uso de pasta dental com substâncias abrasivas e cáries (deterioração do dente devido ao acúmulo de bactérias). Quem sofre de bruxismo também pode ter dentes sensíveis, pois, o revestimento de esmalte se desgasta devido ao ranger constante.

Outra causa comum da sensibilidade nos dentes é a retração da gengiva. Este problema pode aparecer de forma natural, com o avanço da idade, e em decorrências de sucessivas inflamações na gengiva (gengivite) e nos tecidos que sustentam os dentes (periodontite). O tecido gengival se encolhe, deixando a mostra parte da raiz, que não é revestida com esmalte, desprotegida. Dentes lascados ou fraturados também podem sobre com hipersensibilidade devido à exposição da dentina.

 

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O que fazer para evitar a sensibilidade dos dentes?

A melhor forma de prevenir a hipersensibilidade é atuar para que o esmalte dentário não seja danificado. Assim, manter uma dieta balanceada contribui para evitar o problema. Tente consumir alimentos cítricos e com alto teor de acidez com pouca frequência e nunca se esqueça de escovar os dentes cerca de 30 minutos após cada refeição com escovas de cerdas macias.

Se a sensibilidade nos dentes persistir mesmo após a suspender a ingestão de alimentos ácidos, é imprescindível que consulte seu dentista para a realização do diagnóstico correto. Ele irá investigar se não há pequenas fraturas, retração gengival ou cárie. O profissional poderá tratar a condição com aplicação de flúor nas áreas mais sensíveis, restaurar o esmalte dentário e indicar os produtos mais adequados para solucionar o problema.

Como escovar o aparelho ortodôntico?

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Alcançar e manter o sorriso saudável demanda cuidados diários e acompanhamento médico. De acordo com especialistas, cerca de 90% das crianças brasileiras precisam de correção dento-facial devido à mordida e dentes desalinhados. O uso de aparelho ortodôntico é o mais indicado para colocar a arcada dentária no eixo.

A estrutura metálica pode dificultar a higienização dos dentes.  É necessário fazer a limpeza corretamente para evitar :  cáries, tártaro e manchas no dente. Assim, para deixar o aparelho ortodôntico livre de qualquer resíduo alimentar, são necessários cuidados e itens especiais. Você conhece quais são?

Cuidados com a limpeza de aparelho ortodôntico

Aposte na limpeza básica dos aparelhos móveis
Não há muito segredo para limpar aparelhos ortodônticos removíveis. Uma escova de dentes de cerdas macias e pasta comuns são suficientes para retirar os resíduos orgânicos da estrutura. Lembre-se enxaguar com água corrente e nunca consumir ou lavar com líquidos quentes, pois, há risco de danificação do material.

Opte pelas escovas adequadas
O aparelho ortodôntico fixo demanda itens especiais. Como a estrutura metálica está presa ao dente, a escova comum não alcança toda a superfície dos dentes. Existem vários tipos de escova no mercado que são mais adequadas para a limpeza.

 

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A escova ortodôntica é a mais indicada devido à distribuição dos pelos. Ela possui cerdas de tamanhos desiguais em formato em “V” formando uma canaleta central, que faz desnecessária o uso da força na escovação, pois, as fibras sintéticas se encaixam nas laterais dos dentes e do aparelho, contribuindo para limpeza efetiva. Os movimentos devem ser feitos de baixo para cima e de cima para baixo e não esquecer de limpar a parte anterior dos dentes.

Já o modelo interdental tem cerdas macias em formato cônico ou cilíndrico e sua forma permite que seja colocado atrás do fio metálico que constitui o aparelho, entre os braquetes, e entre os dentes de forma superficial — logo, não substitui o uso de fio dental.

Se braquetes continuarem sujos após a higienização, há ainda as escovas unitufos, com as fibras agrupadas na cabeça em formato redondo, ideal para escovar cada estrutura metálica individualmente. O paciente deve aliar o uso das três escovas para manter os dentes limpos.

Utilize itens auxiliares
Utilizar o fio dental fica um pouco complicado para quem usa aparelhos ortodônticos fixos. Contudo, é só ter paciência e prática para realizar esta tarefa imprescindível para evitar cáries e acúmulo de placa bacteriana entre os dentes. O mais indicado é usar um “passa fio”, item que se assemelha a uma agulha de plástico, e auxilia a transpassar o fio por baixo do estrutura metálica e entre os dentes. Lembre-se de escolher fio dental encerado, que desliza com mais facilidade e não agride a gengiva.

Reserve um tempo para realizar a limpeza
A higienização bucal nunca deve ser feita às pressas e para quem usa aparelho, o tempo necessário é ser maior. A recomendação de dentistas é despender, pelo menos, dois minutos com a escovação, além do tempo para passar fio e usar enxaguante bucal. O ideal é reservar de cinco a dez minutos para realizar a limpeza bucal.

Os usuários de aparelhos ortodônticos devem consultar seu dentista mensalmente para garantir que ajustes necessários sejam feitos no tempo correto e o tratamento possa ser eficaz. Adquirir um convênio odontológico para acompanhá-lo durante o tempo em que usar o aparelho faz a diferença para manutenção dos resultados, pois é sinônimo de qualidade de atendimento e economia.

Saúde bucal em cada faixa etária da vida

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Hábitos para uma boa higiene bucal devem ser incentivados desde cedo para prevenir doenças e garantir dentes saudáveis ao longo da vida. A Pesquisa Nacional da Saúde (PNS) mais recente, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 41% das pessoas com 60 anos ou mais perderam todos os dentes. Este dado poderia ser menor caso a saúde bucal fosse feita da maneira correta. Os cuidados com a boca mudam de acordo com a idade e sua rotina deve ser adequar.

Entenda como cuidar da saúde bucal ao longo da vida

Infância (0 a 9 anos)
Segundo o Ministério da Saúde, 56% das crianças menores de 12 anos já tiveram cáries — casos que poderiam ser evitados, principalmente, com a boa higiene bucal. Mesmo antes da primeira dentição apontar, a mãe deve fazer uma limpeza da gengiva e da língua do bebê. Deve- se usar um gaze umedecido para não deixar resíduos de alimentos que possam infeccionar.

A partir do primeiro dente, é importante usar uma escova apropriada para bebês e utilizar pasta dental infantil. Neste momento, é fundamental que a criança se familiarize com os itens para  criar o hábito da limpeza. Os pais também devem ficar atentos a fraturas dentárias que podem acontecer devido a brincadeiras típicas da idade.

Adolescência (10 a 19 anos)
A transição entre a infância e a fase adulta reflete no aumento das responsabilidades e adoção de uma rotina acelerada para conciliar estudo, atividades extracurriculares, pressão para faculdade, amizades, etc. Com isso, o cuidado com a saúde bucal deixa de ser uma prioridade no dia a dia. Aliado ao consumo frequente de alimentos com alto teor de açúcar e gorduras saturadas, os dentes podem ficar seriamente danificados se a higienização correta não for feita.

O uso de aparelhos ortodônticos para corrigir desvios na arcada dentária são comuns na adolescência e exige ainda mais atenção para não deixar resíduos de alimentos entre a armadura metálica. Entre os 16 e 20 anos, os dentes sisos começam a apontar e, como geralmente não há mais espaço na boca, podem provocar dores e incômodo. O acompanhamento com um cirurgião-dentista é essencial para avaliar se será preciso retirar estes dentes.

 

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Fase adulta (20 a 59 anos)

Os desgastes naturais começam a aparecer nesta fase e mudanças hormonais mostram suas consequências. Os homens são mais propensos a sofrerem com hipersensibilidade dentária devido à retração natural da gengiva que pode acontecer. Alimentos com altos níveis de acidez contribuem também para este problema, pois acelera a corrosão do esmalte dos dentes. Se a sensibilidade permanecer por semanas, mesmo com a suspensão de comidas ácidas, consulte um dentista para o melhor tratamento.

A diminuição no nível de hormônios devido à menopausa pode afetar a saúde bucal feminina provocando a diminuição na produção de saliva e alterações gengivais. A gravidez também pode afetar a boca ao deixar a gengiva suscetível a inflamações. Para evitar quaisquer problemas bucais, informe seu dentista e redobre a atenção.

O bruxismo, condição em que o indivíduo range os dentes de forma involuntária, pode provocar fortes dores de cabeça e resultar em desgaste dentário e perdas ósseas. O problema é causado por estresse e ansiedade, condições comuns na rotina adulta.

Terceira idade (a partir dos 60)

A saúde bucal do idoso é um reflexo dos hábitos adquiridos ao longo da vida. Se seguir corretamente uma rotina de limpeza, é possível chegar na terceira idade com dentes saudáveis. Nesta fase, as papilas salivares diminuem e, aliado ao uso de remédios, a produção de saliva diminui drasticamente. Esta condição, chamada xerostomia, acomete grande parte dos idosos e prejudica a falar, comer e aumenta o mau-hálito.

A osteoporose, quando há diminuição na densidade do tecido ósseo, também pode afetar a saúde bucal. A fixação dos dentes pode ficar comprometida devido a fraqueza dos ossos do maxilar. Assim, ter uma dieta rica em cálcio é importante para evitar que a osteoporose se desenvolva.

Os cuidados com a saúde bucal começam na primeira infância e o hábito deve seguir durante toda a vida para garantir um sorriso saudável. Escovar os dentes depois das refeições, usar fio dental e enxaguante bucal diariamente não devem ser negligenciados, assim como a visita regular ao dentista.

Como levar as crianças ao dentista com facilidade

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Levar crianças ao dentista pode ser um pesadelo tanto para a criança, que tem receio desse tipo de profissional, quanto para os pais, que devem conter o medo e a birra do filho no momento da consulta. Mas levar as crianças ao dentista é uma tarefa essencial para que o pequeno cresça com a dentição primária saudável e adquira hábitos de higiene que irão acompanhá-lo por toda a vida.  

A visita regular ao profissional, no entanto, não é realidade. A última Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, realizada em 2010, indica que 18% das crianças de 12 anos nunca foram ao dentista. Seja por falta de acessibilidade ou medo de encarar o profissional, esta situação é muito prejudicial para a saúde infantil. De acordo com especialistas, os cuidados com a saúde bucal devem começar quando os primeiros dentes de leite aparecerem, por volta dos 6 meses. Mas o Journal Pediatrics revelou que apenas 2% das crianças tem a primeira consulta com até dois anos.

Para vencer as dificuldades de levar as crianças ao dentista é importante mostrar que o ambiente é acolhedor e não há razão para ter medo da consulta. Alguns truques podem ser utilizados para deixar a visitar ao profissional mais fácil.

 

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Dicas para levar as crianças ao dentista com tranquilidade

1 – Vá a um profissional especializado
O odontopediatra é o profissional especializado para atender e cuidar da saúde bucal de crianças, assim, marcar uma consulta com ele é o mais indicado. O odontopediatra lida com as particularidades do cuidado e prevenção da boca infantil e aplicam técnicas para deixar o paciente mais confortável para a consulta como: decoração com personagens de desenho, brinquedos e explicações lúdicas sobre os procedimentos e ferramentas para que a criança não se assuste.  

2 – Marque a primeira consulta cedo
Quando a criança não tem contato direto com a odontologia, ela irá aprender sobre esse universo a partir das noções pré concebidas que pais, familiares e amigos contam – com seus medos e traumas. A recomendação dos profissionais é levar a criança ao dentista quando os primeiros dentes apontarem ainda no primeiro ano de vida. Quanto mais cedo a consulta acontecer, o pequeno irá se acostumar com o ambiente, profissional e procedimentos, evitando fadigas e deixando que ele tenha suas próprias experiências.

3 – Não minta para a criança
Falar ao filho que irão passear quando, na verdade, estão indo para uma consulta gera receio por parte da criança uma vez que ela não entende porque não foi avisada antes. A relação com o dentista também deve ser transparente para evitar a desconfiança e alimentar o medo. Se for necessário realizar procedimentos que causem incômodo ou dor, tente explicar com linguagem e metáforas adequadas para que ela entenda e não seja pega de surpresa.

4 – Evite palavras negativas ao falar de dentista 
Antes de levar a criança ao dentista, certifique-se de não criar uma imagem negativa sobre a profissão. Nunca diga que “vai ficar tudo bem” ou “vai ser rapidinho e passa”, pois, o pequeno pode ficar com a impressão que a situação é difícil e deve ser superada. Assim, evite associar a consulta odontológica com palavras negativas. Ao invés disso, mostre que ir ao dentista é positivo e divertido com brincadeiras simulando a inspeção bucal e limpeza dos dentes, mostrando que não há o que temer.

5 – Distraia a criança na consulta
É normal que os instrumentos odontológicos assustem o paciente principalmente quando há necessidade de intervenções com anestesia, pinças ou o temido motor. Por isso, tente distrair a atenção da criança com a decoração, brinquedos, televisão ou até peça para que ela segure um objeto de trabalho do dentista para que ela se familiarize. O choro não é sempre um sinal de trauma. A criança pode chorar pelo medo do desconhecido, estar com uma pessoa estranha ou desconforto pelos instrumentos na boca. O importante é não desencorajá-as para as consultas de rotina.

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Prótese dentária: cincos erros cometidos por você!

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Muitos fatores podem ocasionar a perda de dentes, como: acidentes, doenças periodontais, higienização ruim e enfraquecimento dos tecidos que sustentam a arcada dentária devido a idade avançada ocasionando no uso da prótese dentária. A Pesquisa Nacional da Saúde (PNS) mais recente, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima que:

  • 11% da população maior de 18 anos perdeu todos os dentes;
  • Em 23% faltam 13 ou mais dentes na boca;
  • 33% dos brasileiros usam algum tipo de prótese dentária.   

Os dentes são agentes essenciais na digestão e autoestima. Por esta razão, a preocupação em recuperá-los é de longa data. A prótese dentária mais antiga que se tem registro foi encontrada na Itália em 2016 e é feita de dentes de várias pessoas e fixada em um suporte de ouro. Especialistas avaliam que a peça foi produzida entre os séculos XIV e XVII. Desde então, a dentadura foi aperfeiçoada e é fabricada com materiais mais leves, higiênicos e tecnológicos.

Os dados do IBGE mostram que o país precisa avançar no cuidado da saúde bucal e também que as pessoas estão buscando alternativas para não deixar a boca prejudicada. Os adeptos da prótese dentária precisam tomar cuidados com a alimentação, higienização bucal e limpeza correta da prótese para não ter problemas ao usá-la.

Quais os tipos de prótese dentária?

O cirurgião-dentista irá indicar o tipo de prótese mais adequada para os pacientes de acordo com a necessidade e adaptação. Os modelos mais comuns de prótese dentárias são:

Prótese total: também conhecida como dentadura, a prótese é removível e é usada por quem perdeu todos os dentes. É feita de acrílico e só pode ser usada após os tecidos da gengiva já estiverem cicatrizados. 

Prótese parcial removível: para pacientes que ainda possuem dentes da arcada e não quer deixar janelas na boca. São feitas de acrílico e apoiadas em estruturas metálicas presas aos dentes adjacentes naturais.

Prótese flexível: feitas com um tipo de resina versátil e substituem as próteses parciais com estrutura metálica. São usadas, em geral, por idosos de forma provisória.

Prótese fixa: quando há perda, inutilização da coroa ou necessidade de tratamento endodôntico de um ou poucos dentes. As próteses são feitas de resina ou cerâmica e são fixas por um pino intrarradicular.

 

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Erros ao cuidar da sua prótese dentária

Cada tipo de prótese exige um cuidado especial e é normal que nos primeiros meses após colocá-la, você sinta algum desconforto na boca devido a adaptação dos ossos da mandíbula e gengiva com o novo objeto na cavidade. Mas é consenso entre dentistas que cuidar diariamente dos novos dentes aumenta sua durabilidade. Veja o que não se deve fazer ao usar prótese dentária:  

1 – Negligenciar a higiene bucal
Para quem usa próteses removíveis é indicado que a limpeza seja feita fora da boca para garantir que todos os resíduos de alimentos sejam retirados. O uso de escova dental é imprescindível juntamente com pasta específica. Para as próteses fixas, a higiene deve ser feita normalmente, nunca esquecendo o fio dental. A não higienização correta do material pode resultar em placa bacteriana, desgastes e manchas.

2 – Comer alimentos duros
As próteses dentárias são feitas com materiais resistentes como acrílico (dentaduras), resina e cerâmicas (parciais e fixa) para fazer uma substituição mais fidedigna possível em termos estéticos e qualidade. Mas nenhum dos materiais são tão resistentes quanto os dentes naturais e estão sujeitos a quebrarem com mais facilidade. Portanto, evite comer alimentos muito duros e de consistência grudenta.

3 – Deixar a prótese secar
As próteses móveis, que permitem sua remoção para limpeza e dormir, devem sempre ser guardadas em água ou solução própria para este tipo de prótese. Deixá-la secar pode fragilizar o material, tornando-a mais suscetível à quebra, ou até provocar deformação na estrutura.

4 – Praticar esporte de contato
O hábito de praticar exercícios físicos é importante para manter a saúde em dia. Mas quem usa prótese dentária deve ter atenção redobrada para esportes que exigem contato, como exercícios com bola e lutas, pois, há o perigo de impacto podendo causar quebra e deslocamento da prótese dentro da boca.

5 – Mastigar de forma errada
A mastigação é um processo mecânico que exige a força da mandíbula para triturar alimentos. Quando não é feita da maneira correta (de forma desigual, torta, favorecendo um dos lados ou com força excessiva) os músculos da boca podem sofrer lesões devido aos movimentos errados e desgastar as próteses mais rapidamente, diminuindo seu tempo útil.
Sua prótese dentária irá durar mais tempo se cuidar da maneira correta.

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Mau hálito: o que realmente significa e como tratar

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A situação é incômoda, mas muitas pessoas já avisaram um amigo ou foram alertados sobre estar com o hálito ruim. O mau hálito afeta 40% da população do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqueles que sofrem com mau hálito, também conhecido como halitose, podem não perceber que padecem com essa desagradável situação bucal. O corpo humano habitua-se a cheiros quanto este é constante.

A alteração no odor bucal indica que o organismo está em desequilíbrio. As causas podem estar ligadas à ingestão de alimentos específicos, higienização mal feita, doenças bucais e patologias crônicas. Ficar atento às alterações gerais na saúde contribuem para que o cirurgião dentista, descubram as razões desta condição.

Entenda as causas da halitose e veja como tratá-la

Como saber que sofro de mau hálito?

O hálito de uma pessoa saudável é ligeiramente perceptível podendo variar de acordo com sua dieta. A ingestão de alimentos que possuem alto teor de enxofre (como alho, cebola e repolho) e gordura animal podem provocar a halitose temporária.

Outra situação comum de hálito fétido acontece durante o sono. Ao acordar, todos estão suscetíveis a estar com bafo matinal. Portanto, a alteração no odor do hálito em si não é um indicador de problema de saúde. Feita a limpeza correta da boca ou a espera da digestão completa o cheiro deve voltar ao estado normal.

Contudo, se o odor do hálito perdurar mesmo tendo tomado os cuidados, ele merece ser investigado. Pode ter virado um problema crônico.

 

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Identificando o problema

Para saber se você sofre com mau hálito, é possível realizar um teste simples para verificar o grau de severidade da condição com a ajuda de alguém de confiança. 

O teste organoléptico, como é chamado, pede que o indivíduo fique com a boca fechada por um minuto e, em seguida, solte um jato de ar leve em direção ao nariz do examinador a uma distância de 15 à 30 centímetros. Após, pede-se que classifique o hálito em uma escala de 1 a 5, sendo a primeira quando não se percebe nenhum odor e a última quando o mau hálito é sentido em todo o ambiente.

Quais as causas da halitose?

Reconhecida a condição, é indicado que o portador consulte um dentista para detectar a causa do mau hálito. De acordo com a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), existem mais de 60 fatores que contribuem para a alteração do hálito e 90% deles estão relacionados a problemas na cavidade bucal.

A presença da placa bacteriana (camada incolor e viscosa depositada junto à gengiva), tártaro (biofilme amarelado e mineralizado nos dentes em consequência da placa bacteriana) e cárie (destruição do esmalte dentário) são grandes responsáveis pelo odor desagradável na boca.

Doenças que afetam a gengiva (gengivite) e os tecidos que sustentam os dentes (periodontite) também contribuem para condição, assim como a saburra lingual (revestimento de aspecto branco ou amarelado na língua).

Além da boca, o mau hálito pode ser consequência também da diabetes, problemas renais, hepáticos e nas vias aéreas, infecção de garganta, uso excessivo de medicações e alto consumo de bebidas alcoólicas e tabaco.

Tratamentos e cuidados necessários para evitar o mau hálito

O mau hálito pode afetar relações interpessoais tornando-se uma barreira social. O indivíduo que sofre dessa condição pode ficar constrangido com a percepção de outros do odor, podendo afetá-lo psicologicamente e levando a quadros de isolamento social, falta de autoconfiança e baixa auto estima. Desta forma, profissionais da odontologia devem tratá-lo com uma abordagem ampla e multidisciplinar.

Com o diagnóstico feito, o dentista irá indicar o procedimento mais adequado para tratamento. Para casos de placa bacteriana, tártaro e saburra lingual, a realização de uma limpeza bucal profissional é imprescindível. A melhor forma é trabalhar de forma preventiva com a higienização correta dos dentes, língua e boca com o auxílio de escovas macias, pastas de dentes fluoradas e uso de fio dental diariamente.

O blog da Uniodonto traz semanalmente conteúdos para deixá-lo cada vez mais informado sobre cuidados com a sua saúde bucal. Siga nossa página no facebook para não perder nenhum post.

Traumatismo Dentário : Como proceder?

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A cena não é estranha: filhos brincando e correndo quando um cai no chão e chora. Se levar a mão à boca . Neste momento, a criança pode ter sofrido um traumatismo dentário, ou seja, ocorreu a quebra do mesmo. A situação também ocorre com adultos, geralmente ao morder alimentos duros ou durante prática de esportes de contato. 

Você sabe o que fazer quando acontece um traumatismo dentário? Lembre-se de respirar fundo, manter a calma e conferir as dicas a seguir!

 

Como ocorre o traumatismo dentário?

O traumatismo dentário pode acontecer de duas formas: por fratura ou por avulsão.  A fratura é quando a coroa quebra parcialmente. A avulsão ocorre quando há a expulsão do dente do seu local ósseo (gengiva), juntamente com a raiz.

Os casos de fratura são comuns para os praticantes de esporte de contato, como lutas e jogos com bola, em que o esportista está suscetível levar pancadas na boca podendo levar à quebra. O uso do protetor bucal é aconselhados a estes amantes de atividade física para proteger a boca de impactos. Outro motivo para fratura são acidentes domésticos (tropeços, escorregões) e no trânsito.  

Pessoas que possuem os dentes incisivos (frontais) para frente tem mais chances de sofrer lesões dentárias em impactos devido à disposição dos dentes. Outro fator de risco é a ocorrência de doenças periodontais, que afetam a gengiva e ossos que sustentam os dentes. Por isso, é essencial consultar um dentista regularmente e manter a saúde bucal em dia!

 

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Primeiros socorros

Tente sempre manter a calma para tomar as providências corretas. Verificando a ocorrência de sangramento, a primeira medida deve ser estancá-lo com gaze, pressionando sem aplicar força para não machucar mais o local. Guarde o dente quebrado ou avulsionado em um recipiente com soro fisiológico ou leite para mantê-lo hidratado e aumentar as chances de realocá-lo com a ajuda de um profissional. 

A rapidez no atendimento de trauma dentário é essencial para que o tratamento seja eficaz. Leve o paciente a um dentista o mais rápido possível e informe o profissional sobre o incidente.

A Uniodonto Uberlândia possui uma clínica 24 horas especializada em atender casos de urgência e emergência.

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Odontogeriatria: cuidados especiais na saúde bucal de idosos

By Notícias No Comments

Cada época da vida exige cuidados específicos para manter a boca saudável. Na infância, a atenção se volta para que os dentes cresçam de forma sadia. Na fase adulta a preocupação para mantê-los saudáveis. Quando se chega à terceira idade, os cuidados mudam e a especialidade da odontogeriatria é a mais indicada para consulta.

Na velhice, os dentes já sofreram desgastes, doença, tratamentos e apresentam o resultado de anos de higiene bucal. Mas algumas condições são propensas a aparecer em pessoas de idade avançada devido às mudanças no organismo e ingestão de medicamentos que afetam a boca.

Veja os cuidados especiais com a saúde bucal de acordo com a odontogeriatria.

Xerostomia

Quando a sensação de boca seca é constante, a condição passa a ser um problema que merece ser investigado. A xerostomia, nome dado a esta mazela, pode ter causas em problemas respiratórios, desidratação e até estresse. Alguns medicamentos também afetam a produção de saliva.

A hipossalivação pode ter consequências prejudiciais para a saúde bucal como dificuldade para comer, erosão periodontal, problemas gengivais e até perdas de dentes. Por isso, consulte seu dentista para obter um diagnóstico correto e tratar corretamente a xerostomia.

Dentes mais sensíveis

A intolerância a alimentos e bebidas quentes e frios devido a sensibilidade dentária tende a aumentar ao longo dos anos. Isso acontece pois a retração gengival é normal com o envelhecimento e, com isso, os túbulos dentinários, parte do dente não protegido pelo esmalte e rico em canais nervosos, são expostos. A erosão dentária devido ao desgaste do esmalte também contribui para a expor os tubos.Essas partes são mais sensíveis a dor e acusam a mudança extrema de temperaturas e, em alguns casos, alimentos e bebidas doces e amargas.

Mas não se preocupe, sua relação com a comidas quentes e frias não precisa ser prejudicada pois a sensibilidade dentinária é tratável. O uso de pasta de dente rica em flúor e com componentes menos abrasivos evitam a erosão dentária, melhorando o problema. Lembre-se de consultar com seu dentista para diagnóstico correto e a melhor forma de tratamento.

Doenças periodontais

Enfermidades que afetam a gengiva e os ossos que suportam os dentes, chamadas de doenças periodontais, são mais comuns na terceira idade. O uso de tabaco, ser diagnosticado com diabetes e sofrer com estresse contribuem para o agravamento da deterioração dentária que, se não tratada corretamente, pode resultar em perda de dentes. Por isso, é preciso ficar atento e tratar corretamente gengivites e erosões dentárias para que as doenças não evoluam e afetem a saúde dos dentes.

Melhor remédio é a prevenção

A perda de dentes e uso de dentaduras não precisam ser sinônimos de terceira idade. Manter uma boa higiene bucal, sempre escovando e usando fio dental corretamente, contribui para dentes saudáveis ao longo da vida. A visita regular ao dentista também é indispensável para garantir um sorriso bonito

Acompanhe nosso blog para mais dicas de como manter sua boca saudável até a velhice 🙂